segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Soneto do Sem Palavras (24/05/08)

Um sorriso amarelo, Para os bons entendedores,
Sem comentários,
Nem sempre a intuição,
Apesar de sensata,
Confere com a razão,
Estar sem palavras,
Seria mais que uma expressão,
Outrora sua,
Corriqueiramente,
Porém atualmente minha,
Palavras não ditas,
São tanto positivas como negativas,
As últimas entendo ser da sua parte,
As primeiras já são minhas,
Portanto na luz outrora perseguida,
Agora já não mais resta nada,
A não ser...
Um oi...
Sim...
Sou eu...
Mas com quem falo,
Senão com uma meduindade minha,
Apesar de tosco para muitos,
Para poucos uma sensibilidade particular diferenciada,
Resta apenas esclarecer,
Quão longíqua essa viagem iniciada,
Se para ti nem sequer começou,
A estrada da consciência derradeira,
E portanto o amadurecimento da afirmação,
Não mais negativa,
E sim a positiva elucidação...

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